segunda-feira, 22 de outubro de 2007

A história do rádio

O rádio surgiu com o objetivo de educar, mas o acesso a essa novidade era restrito às pessoas com alto poder aquisitivo. Com isso, devido a uma programação elitista, a princípio seu objetivo não foi alcançado.
Com o início dos anúncios publicitários, as rádios abriram espaço para a disputa pelo mercado e a programação volta-se para o popular, conseguindo assim a popularidade tão esperada.
Houve um tempo em que cogitava-se a extinção do rádio mas isso é impossível. Desde o advento da TV, em 1950, e até hoje, o rádio ainda é o meio de comunicação de massa mais importante no Brasil e no mundo. A sua função de ser companheiro do cidadão e poderoso instrumento de longo alcançe, faz dele a mídia que conseguiu quebrar as fronteiras das classes sociais.
Ainda hoje “o rádio chega onde a TV não chega”. Essa interação com a sociedade só deixa claro que o rádio brasileiro está sempre em plena sintonia com as transformações da humanidade. “Ele poderá se transformar mas nunca acabar”.

Juliana Marques

domingo, 21 de outubro de 2007

A evolução da comunicação

Pode-se dizer que a comunicação, hoje mais que antigamente, apesar de sempre estar ligada à dinâmica da interação social, vem se aprimorando, evoluindo, a medida em que o processo de informação cresce e a medida de como o mesmo chega até às pessoas.
Hoje, o que mais importa, é a satisfação do emissor, e este não se importa tanto com o receptor e nem como o mesmo receberá e entenderá sua mensagem.
Na era da revolução digital, o olhar, o ouvir, o tocar, enfim, todos os elementos inerentes ao ser humano, se confundem.
Podemos citar entre os meios de comunicação de massa, o antigo rádio a pilha e a TV preto e branco, que foram substituídos por equipamentos mais modernos. A internet também veio com essa revolução e evoluçãos dos meios, e apesar da importância do computador na atualidade, ele contribui para que as pessoas se importem menos com o sentir, em interagir e se comunicar com o mundo fora das telas.
A nossa evolução e da comunicação devem caminhar juntas. Devemos estar atentos para que a comunição esteja sempre ligada ao conhecimento, às idéias e principalmente na relação e interação entre os indivíduos.
Juliana Marques

Informação e entretenimento

O jornalismo mundial está vivendo um momento de mudança. Informação e entretenimento já não são vistos mais como objetos distintos, nem pela massa e muito menos pelos jornalistas.
Mas qual o real motivo de toda essa transformação? Concorrência do mercado, cada vez mais superficial, instantânea e imediata? A efemeridade da realidade em que vivemos? A globalização?
No entanto existem possíveis respostas para essa pergunta mas a verdade é que vivemos numa sociedade baseada na mídia, e esta se ”afoga” cada vez mais em notícias sem tratamento algum. A consequência disso está no achar que volume de informação é igual a conhecimento.
Essa “enxurrada” de informação só enfraquece e empobrece o parco conhecimento da maioria dos cidadãos fazendo então desse novo “filão”, o infoentreteniimento, uma cultura popular, um tipo de religião do povo.
A grande questão é: o momento é para refletir, e nós, quase jornalístas temos a responsabilidade de mudar esse quadro, despertando na sociedade a capacidade de criticar e selecionar o que é ou não importante para o seu crescimento.

Juliana Marques

O homem e a cultura

O homem é o único animal possuidor de cultura. Vários fatores são importantes para adquiriri-la e mantê-la, mas o mais importante é a capacidade que o homem tem de absorver a cultura de seus antepassados e construir a sua própria.
A cumplicidade entre os seres humanos tem uma enorme importância na construção da cultura do homem. Em sociedade, em grupo, eles conseguem vencer e alcançar muito mais seus objetivos do que lutando, brigando, guerreando. Juntos, podem chegar a um denominador comum e construir uma sociedade muito mais cultural e igual para todos.
Os estudiosos, intelectuais, profissionais, enfim, todos aqueles que detêm a palavra (isso hoje e antigamente), não se preocupavam em mostrar e passar para a sociedade, a grandiosidade e a importância da luta em equipe, da luta em busca do bem comum. Só se preocupavam em mostrar a “força” do homem nas guerras, nas revoluções. Não usaram e não usam seu poder para construir mudanças.
O homem precisa abandonar os pré-conceitos e a máxima de que se basta sozinho. Deve perceber que, uma sociedade que luta junto, consegue evoluir, construir e manter sua cultura como algo positivo.
(Ánalise antropológica sobre cultura - Juliana Marques)