O jornalismo mundial está vivendo um momento de mudança. Informação e entretenimento já não são vistos mais como objetos distintos, nem pela massa e muito menos pelos jornalistas.
Mas qual o real motivo de toda essa transformação? Concorrência do mercado, cada vez mais superficial, instantânea e imediata? A efemeridade da realidade em que vivemos? A globalização?
No entanto existem possíveis respostas para essa pergunta mas a verdade é que vivemos numa sociedade baseada na mídia, e esta se ”afoga” cada vez mais em notícias sem tratamento algum. A consequência disso está no achar que volume de informação é igual a conhecimento.
Essa “enxurrada” de informação só enfraquece e empobrece o parco conhecimento da maioria dos cidadãos fazendo então desse novo “filão”, o infoentreteniimento, uma cultura popular, um tipo de religião do povo.
A grande questão é: o momento é para refletir, e nós, quase jornalístas temos a responsabilidade de mudar esse quadro, despertando na sociedade a capacidade de criticar e selecionar o que é ou não importante para o seu crescimento.
Juliana Marques
Mas qual o real motivo de toda essa transformação? Concorrência do mercado, cada vez mais superficial, instantânea e imediata? A efemeridade da realidade em que vivemos? A globalização?
No entanto existem possíveis respostas para essa pergunta mas a verdade é que vivemos numa sociedade baseada na mídia, e esta se ”afoga” cada vez mais em notícias sem tratamento algum. A consequência disso está no achar que volume de informação é igual a conhecimento.
Essa “enxurrada” de informação só enfraquece e empobrece o parco conhecimento da maioria dos cidadãos fazendo então desse novo “filão”, o infoentreteniimento, uma cultura popular, um tipo de religião do povo.
A grande questão é: o momento é para refletir, e nós, quase jornalístas temos a responsabilidade de mudar esse quadro, despertando na sociedade a capacidade de criticar e selecionar o que é ou não importante para o seu crescimento.
Juliana Marques
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